HIPERTEXTO, A
COMPRESSÃO
SEMÂNTICA[1],
PARA
SUA
ORGANIZAÇÃO
EM
ESTOQUES E A
SUA
DISTRIBUIÇÃO
ESTRATÉGICA.
Aldo de Albuquerque
Barreto
Pesquisador
DE
QUE SE
TRATA: O
TEMA E
SUA
IMPORTÂNCIA
No
estudo
da
informação
como
precursora de uma
intenção
de
conhecimento
no
indivíduo
e na
sua
realidade
podemos
nos
deparar
com
um
acontecimento
significativo,
que
é a analise d e uma estrutura
de
informação,
enquanto
sua
base
de
inscrições
significantes
e
seus
fluxos
internos
e
externos.
A
estrutura
de
informação
é
aqui
considerada
como
qualquer
inscrição
de
informação
em
uma
base
física
que
a aceita; a
estrutura
é
então
pensada
como
sendo
um
conjunto
de
elementos
que
formam
um
todo
ordenado
e
com
princípios
lógicos.
Assim,
trabalhamos
com
o pressuposto de
que,
uma
estrutura
de
informação
textual,
um
texto
de
informação,
possui
características
de
linguagem
que
admite, análises
morfológicas,
que
permitem
extrair
indicações
para
decisões
estratégicas na
gestão
da
informação
e
sua
distribuição
para
o
conhecimento.
O
FLUXO
INTERNO E OS
FLUXOS
EXTREMOS DA
INFORMAÇÃO
Consideramos
que
os
fluxos
de
informação
se movem
em
dois
níveis:
em
um
primeiro
nível
os
fluxos
internos
de
informação
se movimentam
entre
os
elementos
de
um
sistema,
que
se orienta
para
sua
organização
e
controle,
seriam os
fluxos
internos
ou
de
primeiro
nível;
este
fluxo,
já
foi
bastante
estudado e relatado; possui uma
racionalidade
técnica
e produtivista
como
premissa.
Está relacionado as
funções
de armazenamento e
recuperação
da
informação
de
um
estoque.
Com
isso
indicamos
que,
para
esta
sucessão
de
eventos,
existe
um
esboço
técnico
sedimentado,
que
já
foi
apropriado
há
mais
de cinqüenta
anos,
mudando
só
por
algumas
adaptações
ao
transformar
da
tecnologia.
A
premissa
racional
é
também
produtivista,
pois
tem
como
condição
de
eficiência:
pretender
maximizar
o
uso
dos
espaços
de armazenagem
para
minimizar
custos.
A
estes
espaços
de armazenamento chamamos de
estoques
de
informação,
um
elo
indispensável
ao
processo
de
geração
de
conhecimento
usando a
informação
estocada,
mas
que
por
si
só
nunca
são
responsáveis
pela
ação
de
conhecimento
em
si.
O
fluxo
interno
se agrega
por
uma
premissa
de
razão
pratica,
em
um
campo
de
ação
que
permite
decisões
e
um
agir
baseado
em
princípios.
É o
mundo
do
gerenciamento
e
controle
da
informação
FIGURA
Os
fluxos
de
informação
de
segundo
nível
são
aqueles
que
acontecem nas
extremidades
do
fluxo
interno
, de
seleção,
armazenamento e
recuperação
da
informação.Os
fluxos
extremos
são
aqueles
que
por
sua
atuação
mostram a Essência[2]
de
um
fenômeno
de transformação,
entre
a
linguagem
do
pensamento
de
um
emissor
, a
linguagem
de
inscrição
do
autor
da
informação
e o
conhecimento
elaborado
pelo
receptor
em
sua
realidade.
Assim
na
extremidade
esquerda
do
fluxo
interno,
existe
não
mais
uma
premissa
técnica,
mais
uma
promessa
, da
esperança
da transformação da
informação
criada
pelo
autor
para
um
conhecimento
assimilado
pelo
receptor.
No
outro
extremo
do
fluxo
interno
se realiza
um
novo
fenômeno
de
informação
cuja
Essência
está no
força
da
passagem
de uma
experiência,
um
fato
ou
uma
idéia,
que
está delineada
em
uma
linguagem
de
pensamento
do
emissor,
como
um
agente
criador,
passando
para
a
edição
de uma
inscrição
de
informação;
a
passagem
se
efetiva
quando
acontece
um
fluir
da
mente
do
emissor
criador
da
informação
para
uma
narrativa
que
é a
narrativa
transformada
em
um
texto
expresso,
então,
em
uma
linguagem
de
edição.
Aqui
existe uma
passagem
de uma
linguagem
privada
do
agente
criador
para
uma
linguagem
que
ele
pretende,
intencionalmente,
seja de
entendimento
geral
de
um
determinado
público.
Com
a
tecnologia
da
convergência
digital
dos
conteúdos
esta
linguagem
pode
ser,
agora,
texto,
som
ou
imagem.
Mas
existira
sempre
uma
passagem
da
esfera
privada
do
pensamento
para
a
esfera
publica da
exposição
coletiva.
O
fenômeno
se
manifesta
nas duas extremidades
do
que
chamamos de
fluxo
de
segunda
ordem:
seja na
transferência
de
linguagens
quando
do
processo
de
criação
da
informação,
ou
seja, no
outro
extremo,
na
absorção
da
informação
pelo
individuo, e
seu
grupo
de
convivência.
Neste
projeto
pretendemos
estudar
a transmutação da
informação
a
partir
da
sua
formação
na
mente
do
autor
e a
sua
posterior
edição
como
uma
inscrição
de
informação
com
a intencionalidade de
causar
uma
ato
de
conhecimento.
Consideramos
que
existem
ritos
de
passagem,
com
a
formação
de uma
nova
natureza
de
coisa,
que
se
forma
por
meio
de
mutações.
A
linguagem
de
criação
mental
difere da
linguagem
em
que
a
informação
é editada
em
sua
base
física.
A
linguagem
de
apropriação
da
informação
pelo
receptor
é
individual
e
subjetiva
na
interpretação
do
texto.Após
a
elaboração
mental
da
narrativa
idealizada
pelo
autor,
a
informação
é colocada
em
um
código
lingüístico,
quando
se elabora uma
nova
linguagem
de
edição,
com
características
morfológicas, sintáticas e
semânticas
típicas e generalizáveis. Esta
análise
permite
um
melhor
conhecimento
da
interação
do
texto,
suas
linguagesn e o
receptor.
Consideramos,
portanto,
um
texto
e
um
hipertexto
como
um
elemento
passível
para
ser
objeto
dos
instrumentos
de
análise
computacional da
linguagem
natural;
uma
metodologia
que
a
partir
dos
elementos
do
texto
pode
construir
configurações
para
fornecer
indicações
sobre
a
relevância
do conteúdo
e
sobre
a
linha
de pertencimento dos
textos
entrelaçados
em
um
documento
hipertexto.
Se demonstrada a
consistência
da
análise
teríamos
três
aplicações
importantes
para
o
que
pesquisamos:
a)
construção
de
um
modelo
de
gerenciamento
para
estoques
de
informação,
que
permitiria analises do
hipertexto
para
organização
e
controle
deseus
estoques
;
b)
particularmente
sobre
documentos
em
hipermídia
esta
análise
traria uma possibilidade se
organização
e
gestão
de
documentos
entrelaçados,
através
da
investigação
automática
do
corpus
pertencente aos
seus
elos
de explicitação
por
navegação;
c)
desenvolvimento
de
agentes
inteligentes
para
utilização
em
ambientes
de
decisão
com
inteligência[3]
estratégica da
informação;
tanto
para
um
acompanhamento dos
contextos
informacionais de
vizinhança
como
para
uma
estratégia
de
distribuição
adequada da
informação;
d)
construção
de
um
arcabouço
teórico
e
conceitual
que
explique, situe e integre estas
novas
condições
da
tecnologia
da
informação,
dos
documento
hipertextuais, no
conjunto
de
teorias
e praticas da
área
de
ciência
da
informação.
COMO SE
EXPLICA : A
BASE TEÓRICA
]
A
informação
harmoniza o
mundo.
Como
elemento
organizador,
a
informação
referencia o
homem
ao
seu
destino;
desde
antes
de
seu
nascimento,
através
de
sua
identidade
genética,
e
durante
sua
existência
pela
capacidade
que
tem
em
relacionar
suas
memórias
do
passado,
com
uma
perspectiva
de
futuro
e
assim
estabelecer
as
condições
para
realizar
sua
aventura
individual
no
espaço
e no
tempo.
Nesta
pesquisa,
ficaremos limitados à
observação
e
discussão
de
características
e
qualidades
referentes
ao
fenômeno
da
informação
entre
seres
humanos,
habitando
um
determinado
espaço
social,
político
e
econômico,
em
que
existem uma
fonte
geradora
ou
um
emissor
de
informação,
um
canal
de
transferência
e
um
destinatário
ou
receptor
de uma
mensagem
e
um
código,
com
condições
de
ser
operado
pelo
gerador
e
receptor.
Nesse
sentido,
tem-se procurado
caracterizar
a
Essência
do
fenômeno
da
informação
como
a
adequação
de
um
processo
de
comunicação
que
se
efetiva
entre
o
emissor
e o
receptor
da
mensagem.
As
configurações
,
que
relacionam a
informação
com
a
geração
de
conhecimento,
são
as
que
melhor
explicam a
sua
natureza,
em
que
termos
finalistas,
pois
são
associadas ao
desenvolvimento
do
indivíduo
e à
sua
liberdade.
Aqui
a
informação
é qualificada
como
um
instrumento
modificador da
consciência
do
homem.
A
informação,
quando
adequadamente assimilada, produz
conhecimento,
modifica o
estoque
mental
de
saber
do
indivíduo
e traz
benefícios
para
seu
desenvolvimento
e
para
o
bem
estar
da
sociedade
em
que
ele
vive.
O
ciclo
da
informação
e
conhecimento
iniciado
pelo
emissor,
criador,
da
informação
indo
até
a
sua
apropriação
pelo
receptor
em
sua
realidade
de
convivência..
Existe,
algo
de transmutação[4]
mais
que
uma
transferência
da
informação.
A
transferência
tem uma
conotação
de
passagem,
deslocamento
a transmutação se coloca
como
formação
de
nova
espécie
por
meio
de
mutações,
pode
ser
vista